domingo, 3 de maio de 2009

even if savin' you sends me to heaven.

Então. Ontem à noite, estava eu tentando dormir, quando me veio uma inspiração para um conto. Essa inspiração veio de um pernilongo que entrou no meu quarto. Não me perguntem o que o pernilongo tem a ver com o conto.

-carta de despedida:
Olhou pela janela. Viu o pôr-do-sol mais belo de toda sua vida. Lágrimas começaram a sair de seus olhos negros. Enxugou-as; havia prometido a si mesma que não choraria. Estava decidida.
Pegou uma caneta azul, uma folha de papel e escreveu as últimas palavras.

''Só tenho a lhe agradecer. Você me fazia sorrir somente por estra ao meu lado. Você sempre me salvou. Deixe-me fazer o mesmo, só desta vez. Deixe-me ir.Não vingue-se, por favor. Muito menos culpe-se.
Durante todo esse tempo, você foi meu anjo. Por favor, deixe-me ser o seu agora.
Eu te amo. Continuarei amando-te mesmo após isso.
Rebecca.''

Dobrou o papel e colocou-o no envelope, com o nome do dono de seu coração. Depois, guardou-o no bolso. Quando tudo isso tivesse acabado, seria o primeiro lugar onde olhariam.
Saiu para a rua. Duas esquinas abaixo de sua casa, havia um beco onde tranficantes se reuniam normalmente. Ao chegar ali, Rebecca olhou para um deles. O mais grandalhão de todos.Viu os olhos azuis do homem se transformarem em um sorriso malicioso. Abriu o bolso do casaco. A garota só teve tempo de pensar em seu anjo, e em dizer para si mesma ''ele estará a salvo''.

No dia seguinte, um enterro, um anjo chorando e uma manchete no jornal da cidade: ''adolescente de 16 anos sacrifica-se por seu 'anjo'.''

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