Quando me encontraram em casa, naquele último dia de liberdade, não viram a Raiva e a Angústia ao meu lado. Só viram minhas lágrimas e aquele Idiota, caído e gemendo ensanguentado. Não gosto de lembrar dele, porque faz o Ódio querer a Vingança. E eles seriam um casal perigosíssimo. Agora faz uma semana que tudo aquilo aconteceu. Em sete dias, passei de vilã à vítima. Mídia nojenta, é. Quando o Idiota entrou em casa, não sabia que o Ódio estava dormindo. Ele não gosta de ser acordado.
Aí chegaram aqueles humanos fntasiados de justiceiros, os policiais. Minha vizinha mal-comida, depois de ter berrado por silêncio, chamou a polícia. Viram o Idiota caído ao chão e logo me acusaram. Humanos cegos! Por que só veem o que os olhos enxergam? Há tanto mais para ser visto, imaginado, pensado, sonhado. Há tanta coisa que não é "enxergável" e é visível. Tolos por natureza. Não viram o Medo ao meu lado, mascarado pela Raiva. Julgaram-me culpada. Dois dias depois, quando o Idiota confessou a invasõ e a tentativa de estupro, tiraram-me as algemas e me trouxeram ao hospital.
Não gosto de hospitais, deixe-me dizer. O reino do Medo e da Tristeza. Não, não gosto mesmo. Fui transferida e dizem vou ficar aqui mais mais três semanas, mas duvido que me liberem em menos de dois meses. Aliás, duvido até que me liberem algum dia. A mídia nojenta disse que sou louca, e o hospital sentiu-se obrigado a me deixar aqui e me examinar. Pelo menos o Idiota foi preso.
E eu também. Presa num lugar que nem gosto.
Presa num hospício. E acho que nunca vou sair.
Aqui começo uma nova etapa da minha vida. Tudo porque eu vejo coisas que os Imbecis não veem.
Eu sei que estou certa. Ainda provo isso para vocês. Vocês ainda vão entender tudo o que eu penso, e aí, quem sabe, um dia eu saia dessa caverna branca.
Ou não.
Deplorável.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Visão de mundo.
Uma simples explicação.
As pessoas insistem em achar que o mundo é dividido entre "Bem" e "Mal", e que esses dois são divididos por um abismo enorme. Não poderiam estar mais errados.
O que gira o mundo são os sentimentos. E os sentimentos giram em torno de Sanidade e Insanidade. É fácil um sentimento passar para de um lado para o outro, uma vez que eles ficam separados por uma ponte pequena. Por isso para algumas pessoas o Amor é insano, e para outras o Amor é a Sanidade e a Razão. Cada um vê os sentimentos da maneira que acha que eles são. É a beleza disso tudo.
E é fácil para nós, humanos, andarmos por essa ponte também. Basta nos deixarmos levar por nossos sentimentos. E isso é ser humano na forma mais pura e real.
Pessoalmente, vejo o Amor andando com a Razão, no lado da Sanidade. Antes de conhecer o Amor, estava quase quebrando a ponte e ficando na Insanidade para sempre. O Amor me trouxe de volta.
Há quem me chame de louca.
Eu aceito.
As pessoas insistem em achar que o mundo é dividido entre "Bem" e "Mal", e que esses dois são divididos por um abismo enorme. Não poderiam estar mais errados.
O que gira o mundo são os sentimentos. E os sentimentos giram em torno de Sanidade e Insanidade. É fácil um sentimento passar para de um lado para o outro, uma vez que eles ficam separados por uma ponte pequena. Por isso para algumas pessoas o Amor é insano, e para outras o Amor é a Sanidade e a Razão. Cada um vê os sentimentos da maneira que acha que eles são. É a beleza disso tudo.
E é fácil para nós, humanos, andarmos por essa ponte também. Basta nos deixarmos levar por nossos sentimentos. E isso é ser humano na forma mais pura e real.
Pessoalmente, vejo o Amor andando com a Razão, no lado da Sanidade. Antes de conhecer o Amor, estava quase quebrando a ponte e ficando na Insanidade para sempre. O Amor me trouxe de volta.
Há quem me chame de louca.
Eu aceito.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
We are as real as you imagine us.
-Tem alguma coisa errada. Tem alguma coisa muito errada. - Gritavam, juntos, Medo e Agonia. Gritos que somente eu ouvia. O Sorriso fez força para aparecer, tímido e falso, como na maioria das vezes. Os outros não ouviam os gritos, então acreditavam no Sorriso. Por outro lado, o Riso era quase sempre sincero. Eu gostava do Riso. Trazia sempre uma vela quando eu enfrentava a Escuridão, que vinha carregada pelo Medo e pela Agonia. Agonia era forte. Não era do tipo vaidosa, silenciosa. Era brava, destemida, gritante. Por isso sempre conseguia me atingir.
Eu nem sempre fui assim. Principalmente quando conheci o Amor, que caminhava junto com a Felicidade e a Paz. Eu era perfeitamente normal. Um dia, Pesadelo me fez acreditar que o Amor estava em perigo. Pesadelo me fazia sentir assim... Agonia veio um pouco depois, por causa dele. Pesadelo me trazia de volta o Medo. Eu não gostava de nenhum deles. Não me sentia bem... Era enfraquecedor. Confusão veio só depois. Me deixava entorpecida... Torpor, ah, esse era o verdadeiro vilão da história.
Torpor tinha superpoderes. Fazia com que eu fosse desligada por alguns segundos. Alguns segundos, mas suficientes para que todos chegassem até mim, passando por cima do Amor. Amor era forte. Mais forte do que qualquer um deles... Mas se perdia, por milésimos de segundos, quando Medo, Raiva, Pesadelo e Confusão chegavam. Culpa do Torpor.
Eu me perguntava se eu ainda iria vencê-lo.
Raiva me deixava desligada também, de uma forma um pouco diferente. Eu agia por instinto quando ela estava por perto. Não era mais responsável pelos meus atos... Era culpa da Raiva.
Mas ninguém me entendia. Provavelmente nem você está entendendo.
Não se preocupe. A única certeza que eu tenho é a de que, no final dessa história, o Amor não morre. A única ameaçada sou eu. O Amor continuaria, sua impressão teria de ser forte. Porque ele era.
Eu nem sempre fui assim. Principalmente quando conheci o Amor, que caminhava junto com a Felicidade e a Paz. Eu era perfeitamente normal. Um dia, Pesadelo me fez acreditar que o Amor estava em perigo. Pesadelo me fazia sentir assim... Agonia veio um pouco depois, por causa dele. Pesadelo me trazia de volta o Medo. Eu não gostava de nenhum deles. Não me sentia bem... Era enfraquecedor. Confusão veio só depois. Me deixava entorpecida... Torpor, ah, esse era o verdadeiro vilão da história.
Torpor tinha superpoderes. Fazia com que eu fosse desligada por alguns segundos. Alguns segundos, mas suficientes para que todos chegassem até mim, passando por cima do Amor. Amor era forte. Mais forte do que qualquer um deles... Mas se perdia, por milésimos de segundos, quando Medo, Raiva, Pesadelo e Confusão chegavam. Culpa do Torpor.
Eu me perguntava se eu ainda iria vencê-lo.
Raiva me deixava desligada também, de uma forma um pouco diferente. Eu agia por instinto quando ela estava por perto. Não era mais responsável pelos meus atos... Era culpa da Raiva.
Mas ninguém me entendia. Provavelmente nem você está entendendo.
Não se preocupe. A única certeza que eu tenho é a de que, no final dessa história, o Amor não morre. A única ameaçada sou eu. O Amor continuaria, sua impressão teria de ser forte. Porque ele era.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
I won't let you haunt me down.
Você sabe como é chegar à escola e querer sumir?
Esse texto é sobre Bullying. Se achar muito batido, se achar muito cilichê, muito adolescente... Eu caguei para você. O blog é meu. Se não quiser ler, não leia.
Mas você provavelmente não sabe como é a sensação de sentir-se diminuído. E eu vou lhe explicar, é inexplicável. Aterrorizante, para ser sincera. É assustador pensar que você se sente de tal forma porque alguém (que muito provavelmente é pior que você) disse que você é assim. Um nada.
E você começa a se olhar no espelho e não gostar daquilo. A vontade de gritar aumenta dia após dia e você não o faz. Não pede ajuda - porque se ele souber que você não está aguentando, aí que vai adorar! A relação de agressor x agredido é assim: o agredido deixa o agressor pisar nele porque sabe que nada que fizer vai adiantar. O fato é que você já falou para todos que poderiam te ajudar e - como as ameaças não seguram os hormônios adolescentes e a vontade de aparecer - as brincadeiras continuam.
Se você é do tipo que zoa as pessoas só por elas serem diferentes, você é nada mais do que um nada. Uma ameba desprezável e nojenta, e eu espero poder ver sua morte.
Porque eu vou ao seu enterro e cuspirei no seu túmulo do mesmo jeito que você já o fez em mim - e você sabe quem é. É o cúmulo.
Foi o cúmulo da estupidez eu ter tentado fazer alguma coisa mas apenas ameaças foram feitas à eles. E hoje me perguntam porque eu tenho tanto ódio daquela escola. É porque vocês não me fizeram bem. Vocês são hipócritas. Assim como seus alunos. E eu espero que vocês um dia percebam o que fizeram e no mínimo corrijam seus erros.
E esta geração está perdida.
Esse texto é sobre Bullying. Se achar muito batido, se achar muito cilichê, muito adolescente... Eu caguei para você. O blog é meu. Se não quiser ler, não leia.
Mas você provavelmente não sabe como é a sensação de sentir-se diminuído. E eu vou lhe explicar, é inexplicável. Aterrorizante, para ser sincera. É assustador pensar que você se sente de tal forma porque alguém (que muito provavelmente é pior que você) disse que você é assim. Um nada.
E você começa a se olhar no espelho e não gostar daquilo. A vontade de gritar aumenta dia após dia e você não o faz. Não pede ajuda - porque se ele souber que você não está aguentando, aí que vai adorar! A relação de agressor x agredido é assim: o agredido deixa o agressor pisar nele porque sabe que nada que fizer vai adiantar. O fato é que você já falou para todos que poderiam te ajudar e - como as ameaças não seguram os hormônios adolescentes e a vontade de aparecer - as brincadeiras continuam.
Se você é do tipo que zoa as pessoas só por elas serem diferentes, você é nada mais do que um nada. Uma ameba desprezável e nojenta, e eu espero poder ver sua morte.
Porque eu vou ao seu enterro e cuspirei no seu túmulo do mesmo jeito que você já o fez em mim - e você sabe quem é. É o cúmulo.
Foi o cúmulo da estupidez eu ter tentado fazer alguma coisa mas apenas ameaças foram feitas à eles. E hoje me perguntam porque eu tenho tanto ódio daquela escola. É porque vocês não me fizeram bem. Vocês são hipócritas. Assim como seus alunos. E eu espero que vocês um dia percebam o que fizeram e no mínimo corrijam seus erros.
E esta geração está perdida.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Patriotas platônicos.
Passamos três anos e meio falando mal do Brasil. Criticamos o povo, a falta de saneamento básico, o governo, o cachorro-quente frio da esquina. E aí, senhoras e senhores, entramos na Copa do Mundo.
Quem fala mal do Brasil em época de Copa do Mundo corre o risco de ser crucificado, empalado, ou até queimado vivo se não retratar seu erro, no maior estilo Galileu. Oras, o Brasil é maravilhoso! Quem, eu?! Calúnia! Eu só falei que o Brasil não presta, mas tá na Copa, oras!
Ah, o grande erro do brasileiro: achar que futebol vai salvar o país. Não vai.
Uma estrela a mais no emblema do uniforme não vai mudar droga nenhuma na sua vida. Não vai mesmo.
Somos os melhores no futebol... E brasileiro tem orgulho disso! Orgulho da seleção, representada por 11 jogadores, na sua maioria (não disse todos, calem-se) sem educação básica, sem nem saber falar o português corretamente, mas sabe jogar futebol. E isso vale por tudo. Isso cobre tudo. Cobre a falta de escolaridade, cobre o fato de não saberem conjulgar um verbo em todos os tempos, cobre até mesmo o passado - porque o passado dele é obscuro... Favelas? Não abrem a boca para falar sobre. Esquecem as raízes. Ignoram os problemas que eles mesmo viveram porque agora eles tem uma vida de casamentos em palácios franceses e casas na Itália.
E o brasileiro assiste. Assiste e adora! A bola no chão, a euforia no estádio, as vuvuzelas soprando com força... E tudo isso porque é ano de Copa. Ano de Copa todo brasileiro tem orgulho de falar que é brasileiro. Ano de Copa te deixa com o peito estufado quando você canta o Hino Nacional, afinal somos descendentes daqueles que " ouviram do ipiranga as margens flácidas, de um polvo heroico o rato retumbante". E aí começa o jogo. Coração na mão. Se fizer gol, é por isso que eu sou brasileiro. Se não fizer, o técnico é porco, a seleção é ruim, o juíz é ladrão e a mãe dele é tudo e mais um pouco.
Passada a Copa, os brasileiros retomam seus dias normalmente. Seu trabalho é ruim. Sua mãe te irrita. A vida é uma droga. Bom mesmo seria morar na Europa. Madri, Paris, Viena, Roma, Valencia, Londres. Lá sim, a vida é boa. E, na próxima Copa, vou estar num pub inglês, com minha camisa do Brasil, com - quem sabe - seis estrelas e peito estufado cantando o hino às margens flácidas do Big Bang.
Quem fala mal do Brasil em época de Copa do Mundo corre o risco de ser crucificado, empalado, ou até queimado vivo se não retratar seu erro, no maior estilo Galileu. Oras, o Brasil é maravilhoso! Quem, eu?! Calúnia! Eu só falei que o Brasil não presta, mas tá na Copa, oras!
Ah, o grande erro do brasileiro: achar que futebol vai salvar o país. Não vai.
Uma estrela a mais no emblema do uniforme não vai mudar droga nenhuma na sua vida. Não vai mesmo.
Somos os melhores no futebol... E brasileiro tem orgulho disso! Orgulho da seleção, representada por 11 jogadores, na sua maioria (não disse todos, calem-se) sem educação básica, sem nem saber falar o português corretamente, mas sabe jogar futebol. E isso vale por tudo. Isso cobre tudo. Cobre a falta de escolaridade, cobre o fato de não saberem conjulgar um verbo em todos os tempos, cobre até mesmo o passado - porque o passado dele é obscuro... Favelas? Não abrem a boca para falar sobre. Esquecem as raízes. Ignoram os problemas que eles mesmo viveram porque agora eles tem uma vida de casamentos em palácios franceses e casas na Itália.
E o brasileiro assiste. Assiste e adora! A bola no chão, a euforia no estádio, as vuvuzelas soprando com força... E tudo isso porque é ano de Copa. Ano de Copa todo brasileiro tem orgulho de falar que é brasileiro. Ano de Copa te deixa com o peito estufado quando você canta o Hino Nacional, afinal somos descendentes daqueles que " ouviram do ipiranga as margens flácidas, de um polvo heroico o rato retumbante". E aí começa o jogo. Coração na mão. Se fizer gol, é por isso que eu sou brasileiro. Se não fizer, o técnico é porco, a seleção é ruim, o juíz é ladrão e a mãe dele é tudo e mais um pouco.
Passada a Copa, os brasileiros retomam seus dias normalmente. Seu trabalho é ruim. Sua mãe te irrita. A vida é uma droga. Bom mesmo seria morar na Europa. Madri, Paris, Viena, Roma, Valencia, Londres. Lá sim, a vida é boa. E, na próxima Copa, vou estar num pub inglês, com minha camisa do Brasil, com - quem sabe - seis estrelas e peito estufado cantando o hino às margens flácidas do Big Bang.
terça-feira, 11 de maio de 2010
"Disserte sobre a felicidade."
Felicidade não é algo que se compra. E não digo isso com o sentido de "não se tem felicidade comprando sapatos", principalmente porque cada um sabe o que o faz feliz, e se a Madame será feliz comprando seus Dolce&Gabanna, mal não fará, certo?
Não, digo que felicidade não se compra porque não tem uma representação material e concreta; é um conceito, meramente abstrato. Platão dizia que toda a matéria é uma cópia da ideia, e a ideia é o que é real. Por exemplo, se eu vejo uma cadeira, não vejo a cadeira em si, somente a representação do que um dia foi pensado por alguém sobre o conceito de "cadeira". E o conceito é a verdade, a representação é a cópia. De certo forma, falta originalidade na representação, que por sua vez, é a materialização de uma ideia original.
Felicidade não tem representação. Não pode ser vista, mas pode ser sentida. Alguns dizem que ficam felizes sozinhos, outros precisam comprar coisas para serem felizes, outros precisam de alguém... Oras, se felicidade é um conceito, por que existem tantas maneiras de interpretá-lo? Conceitos tem um significado só, não é?
Está além da capacidade humana, entender isso. E, senhoras e senhores, eu lhes afirmo que não iremos compreendê-lo tão rápido assim. Talvez nunca o faremos. Mas, afinal, quem precisa saber o que é felicidade, se já a temos?
Não, digo que felicidade não se compra porque não tem uma representação material e concreta; é um conceito, meramente abstrato. Platão dizia que toda a matéria é uma cópia da ideia, e a ideia é o que é real. Por exemplo, se eu vejo uma cadeira, não vejo a cadeira em si, somente a representação do que um dia foi pensado por alguém sobre o conceito de "cadeira". E o conceito é a verdade, a representação é a cópia. De certo forma, falta originalidade na representação, que por sua vez, é a materialização de uma ideia original.
Felicidade não tem representação. Não pode ser vista, mas pode ser sentida. Alguns dizem que ficam felizes sozinhos, outros precisam comprar coisas para serem felizes, outros precisam de alguém... Oras, se felicidade é um conceito, por que existem tantas maneiras de interpretá-lo? Conceitos tem um significado só, não é?
Está além da capacidade humana, entender isso. E, senhoras e senhores, eu lhes afirmo que não iremos compreendê-lo tão rápido assim. Talvez nunca o faremos. Mas, afinal, quem precisa saber o que é felicidade, se já a temos?
domingo, 2 de maio de 2010
Believe it.
Eu sei que isso é difícil... As circunstâncias sempre estiveram contra nós. E continuam estando. Um problema após o outro... Isso não muda nada.
Meu sentimento é mais forte do que qualquer outra coisa que eu enfrente. Como se tudo isso fosse uma tempestade, com ventos fortes que tentassem me levar... O que me mantém sã, em pé, forte, segura, feliz... O que me mantém viva, é meu sentimento. Porque eu me agarro a ele com todas as forças possíveis, e não vou largar. Nunca. Acredite em mim, é uma promessa... Eu não vou desistir. Mesmo que os ventos soprem com força. Mesmo que te levem para longe... Meu sentimento é mais forte do que isso. Meu coração irá com você, aonde quer que seja. Porque ele já é seu, há tempos. Tempos que me parecem uma eternidade. Parece-me que o conceito de "vida" só começou a valer alguma coisa para mim quando você chegou.
E é por isso, e "só" por isso que eu estou aqui hoje. Inteira. Por você.
Acredite. É só o que eu peço.
Meu sentimento é mais forte do que qualquer outra coisa que eu enfrente. Como se tudo isso fosse uma tempestade, com ventos fortes que tentassem me levar... O que me mantém sã, em pé, forte, segura, feliz... O que me mantém viva, é meu sentimento. Porque eu me agarro a ele com todas as forças possíveis, e não vou largar. Nunca. Acredite em mim, é uma promessa... Eu não vou desistir. Mesmo que os ventos soprem com força. Mesmo que te levem para longe... Meu sentimento é mais forte do que isso. Meu coração irá com você, aonde quer que seja. Porque ele já é seu, há tempos. Tempos que me parecem uma eternidade. Parece-me que o conceito de "vida" só começou a valer alguma coisa para mim quando você chegou.
E é por isso, e "só" por isso que eu estou aqui hoje. Inteira. Por você.
Acredite. É só o que eu peço.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
It's all about you.
Há tempos ela compara sua história com Romeu e Julieta, sem Páris. Simplesmente assim. Um romance problemático, confuso e doce. Doce? Como pode ser tão doce, se a amargura é sentida até em suas veias, se a acidez da situação lhe arrepia a alma?
Ainda assim, é doce. Confuso, como já lhes disse.
Romeu e Julieta é uma história bela por causa de seu final.
Ela não sabe o final da sua história. Tampouco sabiam Romeu e Julieta. E se o final for igual, se é pra ser assim, deixe ser. Deixe o vento levar-lhes ao destino. Não será preciso se mexer. O que tiver de ser, será, certo?
E ela não se cansa de esperar. Esperaria para sempre.
Não gosta de algumas coisas... Como por exemplo, o fato de ter que suportar ficar distante dele. Ou o fato dele se preocupar com ela. Não... Acredita que ele tenha coisas mais importantes com que se preocupar, e simplesmente fica furiosa consigo mesma por ter feito com que ele, mais uma vez, se dedicasse tão devotamente a ela. Não gosta da ideia dele ter de deixar de lado sua vida para ajudá-la. Ele e sua perfeição se voltam para ela sempre que ela precisa. Mas ela não gosta de tirá-lo de sua rotina para fazer isso.
Ele diz que não é importante, que o importante é que ela esteja bem. Mas ela, ainda assim, não consegue suportar isso. Porque ele é mais importante que ela.
E isso sempre acaba em uma discussão, às vezes num tom de brincadeira, outras com lágrimas que insistem em continuar caindo. E cada lágrima solta, cada segundo que o relógio mostra passar e mostra que ela ainda não o tem, que está perdendo tempo com isso, que deveria simplesmente parar de chorar e aproveitar... Cada pétala de flor arrancada, dia após dia, doía. Como uma ferida pulsante que se recusa a parar de sangrar.
Dor e choro e sofrimento e sangue... Parecem tão banais quando se pensa no motivo daquilo tudo.
Seu Romeu ainda a ama.
E de repente, não existe ferida nenhuma. Sofrimento nenhum. Sangue algum. Lágrimas, só de felicidade.
Ainda assim, é doce. Confuso, como já lhes disse.
Romeu e Julieta é uma história bela por causa de seu final.
Ela não sabe o final da sua história. Tampouco sabiam Romeu e Julieta. E se o final for igual, se é pra ser assim, deixe ser. Deixe o vento levar-lhes ao destino. Não será preciso se mexer. O que tiver de ser, será, certo?
E ela não se cansa de esperar. Esperaria para sempre.
Não gosta de algumas coisas... Como por exemplo, o fato de ter que suportar ficar distante dele. Ou o fato dele se preocupar com ela. Não... Acredita que ele tenha coisas mais importantes com que se preocupar, e simplesmente fica furiosa consigo mesma por ter feito com que ele, mais uma vez, se dedicasse tão devotamente a ela. Não gosta da ideia dele ter de deixar de lado sua vida para ajudá-la. Ele e sua perfeição se voltam para ela sempre que ela precisa. Mas ela não gosta de tirá-lo de sua rotina para fazer isso.
Ele diz que não é importante, que o importante é que ela esteja bem. Mas ela, ainda assim, não consegue suportar isso. Porque ele é mais importante que ela.
E isso sempre acaba em uma discussão, às vezes num tom de brincadeira, outras com lágrimas que insistem em continuar caindo. E cada lágrima solta, cada segundo que o relógio mostra passar e mostra que ela ainda não o tem, que está perdendo tempo com isso, que deveria simplesmente parar de chorar e aproveitar... Cada pétala de flor arrancada, dia após dia, doía. Como uma ferida pulsante que se recusa a parar de sangrar.
Dor e choro e sofrimento e sangue... Parecem tão banais quando se pensa no motivo daquilo tudo.
Seu Romeu ainda a ama.
E de repente, não existe ferida nenhuma. Sofrimento nenhum. Sangue algum. Lágrimas, só de felicidade.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Golpe de Estado?
Bem, e se todo mundo fizesse o que quer da vida? E se, de repente, eu cedesse às minhas vontades e andasse por aí berrando pro mundo ir ao inferno?
E se um simples moderador de uma comunidade do Orkut banisse um membro sem se importar com explicações e sem ter motivos?
Era uma vez um Reino muito distante, além de Tão Tão Distante (onde moram Sherek e Fiona), chamado Reino NW, onde as pessoas são felizes e amigas e a Ganguette os une como se fossem uma grande família. O Rei Du, justo, porém discreto, tinha cinco Conselheiros, que lhe ajudavam a tomar decisões importantes e até cumpriam o papel de banir pessoas do reino quando estes desrespeitavam as regras.
Todos viviam em harmonia no Reino de NW. Era um lugar feliz e calmo, onde as pessoas gostavam de comparar a Deusa com a Mortal, uma lenda local. De vez em quando apareciam alguns turistas por ali. Os que gostavam, acabavam construindo sua cabana e ficavam por lá, sendo aos poucos acolhidos pelo restante dos habitantes, como uma família enorme. Até que, um dia, um viajante, passando pelas florestas élficas ao redor do Reino, ficou encantado com tantas pessoas ouvindo Metal, sorridentes e felizes com suas vidas ali. Resolveu ficar, e foi acolhido pelo restante da população.
Um dia, esse viajante, Dom Sub-15, começou a conversar com o Rei, e no dia seguinte, foi escolhido como o sexto membro do Conselho Real. Tal decisão gerou um pouco de polêmica. "Como assim, uma pessoa tão nova no Reino já ser parte do Conselho?" A justificativa de Dom Sub-15 foi de que o Reino teria menos Lixo, problema que estava incomodando bastante por ali.
Sim, com o tempo o lixo diminuiu bastante. A poeira baixou e o fato dele ser o mais novo Conselheiro não parecia ser tão importante assim. Mas a alegria durou pouco.
Um dia, Dom Sub-15 estava conversando com Maria, uma jovem alegre e muito respeitada por todos os outros habitantes ali. Entre conversas, Maria falou sobre um assunto que sempre conversam por ali. Falar mal da Mortal era uma coisa comum por ali. Mas Dom Sub-15 não pareceu gostar muito disso. Maria então lhe perguntou por que estava tudo bem para ele falar mal da Mortal e ela não. Dom Sub-15 deu a louca e baniu Maria do Reino, sem discussão e sem aprovação do restante do Conselho real e do Rei. Além disso, fez com que os guardas que estavam ali por perto na hora da discussão fossem embora, as únicas provas do que realmente aconteceu naquele dia.
O povo do Reino de NW, indgnado, foi então tirar satisfações com ele. Para a decepção de muita gente, Dom Sub-15 teve a audácia de mentir para o povo, falando que não sabia de nada. Disse ainda ao Rei Du que o povo de lá era falso e mentiroso.
O que aconteceu depois? Dom Sub-15 foi praticamente forçado a sair do Conselho Real, se retirou do Reino e essa foi a última vez que ouviram falar dele por ali.
Pobre Dom Sub-15, não sabia que os laços que foram formados no reino são mais fortes do que uma mentira que um viajante inventa... Sua mãe não tinha lhe ensinado que é errado mentir?
E se um simples moderador de uma comunidade do Orkut banisse um membro sem se importar com explicações e sem ter motivos?
Era uma vez um Reino muito distante, além de Tão Tão Distante (onde moram Sherek e Fiona), chamado Reino NW, onde as pessoas são felizes e amigas e a Ganguette os une como se fossem uma grande família. O Rei Du, justo, porém discreto, tinha cinco Conselheiros, que lhe ajudavam a tomar decisões importantes e até cumpriam o papel de banir pessoas do reino quando estes desrespeitavam as regras.
Todos viviam em harmonia no Reino de NW. Era um lugar feliz e calmo, onde as pessoas gostavam de comparar a Deusa com a Mortal, uma lenda local. De vez em quando apareciam alguns turistas por ali. Os que gostavam, acabavam construindo sua cabana e ficavam por lá, sendo aos poucos acolhidos pelo restante dos habitantes, como uma família enorme. Até que, um dia, um viajante, passando pelas florestas élficas ao redor do Reino, ficou encantado com tantas pessoas ouvindo Metal, sorridentes e felizes com suas vidas ali. Resolveu ficar, e foi acolhido pelo restante da população.
Um dia, esse viajante, Dom Sub-15, começou a conversar com o Rei, e no dia seguinte, foi escolhido como o sexto membro do Conselho Real. Tal decisão gerou um pouco de polêmica. "Como assim, uma pessoa tão nova no Reino já ser parte do Conselho?" A justificativa de Dom Sub-15 foi de que o Reino teria menos Lixo, problema que estava incomodando bastante por ali.
Sim, com o tempo o lixo diminuiu bastante. A poeira baixou e o fato dele ser o mais novo Conselheiro não parecia ser tão importante assim. Mas a alegria durou pouco.
Um dia, Dom Sub-15 estava conversando com Maria, uma jovem alegre e muito respeitada por todos os outros habitantes ali. Entre conversas, Maria falou sobre um assunto que sempre conversam por ali. Falar mal da Mortal era uma coisa comum por ali. Mas Dom Sub-15 não pareceu gostar muito disso. Maria então lhe perguntou por que estava tudo bem para ele falar mal da Mortal e ela não. Dom Sub-15 deu a louca e baniu Maria do Reino, sem discussão e sem aprovação do restante do Conselho real e do Rei. Além disso, fez com que os guardas que estavam ali por perto na hora da discussão fossem embora, as únicas provas do que realmente aconteceu naquele dia.
O povo do Reino de NW, indgnado, foi então tirar satisfações com ele. Para a decepção de muita gente, Dom Sub-15 teve a audácia de mentir para o povo, falando que não sabia de nada. Disse ainda ao Rei Du que o povo de lá era falso e mentiroso.
O que aconteceu depois? Dom Sub-15 foi praticamente forçado a sair do Conselho Real, se retirou do Reino e essa foi a última vez que ouviram falar dele por ali.
Pobre Dom Sub-15, não sabia que os laços que foram formados no reino são mais fortes do que uma mentira que um viajante inventa... Sua mãe não tinha lhe ensinado que é errado mentir?
domingo, 3 de janeiro de 2010
Bom humor, de vez em quando.
Dar risada é bom, e percebi que meu blog está muito depressivo... Portanto, aproveitei a teoria da Krica, uma amiga da comunidade do Nightwish, e postei aqui. Ela diz que a ideia inicial foi toda do amigo dela, Guh, e ela simplesmente desenvolveu a ideia.
Hum... Se você não ouve Nightwish, muito improvavelmente entenderá. Qualquer coisa, pesquise no Google.
_
Teoria criacionista Tuomesca:
"No início, quando tudo era trevas, Deusa Cher criou o mundo. Mesmo com tanta beleza, ainda sentia-se solitária. Precisava de amigos e de alguém para povoar o mundo. Então, assim sendo, criou Mãe Tuomas - a parideira. Mãe Tumoas se reproduz por brotamento, sendo assexuado, e assim, se suas partes nasceram outros deuses, como Tarja, Liv, Elvis, Michael, Madonna, GaGa. Mas o destino pregou-lhe uma peça, e eis que Mãe Tuomas se apaixonou por Tarja, que era um brotinho vindo de um lugar especial. Mas então Cabuloso, aquele que reinava as sombras, afastou-a de Mãe Tuomas, que estava disposto a fazer de Tarja sua 'marida', mandando Baguette entregar a calabresa envenenada no Jardim de Kitee. Cabuloso queria Tarja pra ele, uma vez que foi um feito de Cher e o palhaço Krusty. Cher renegou Cabuloso quando viu que era feio demais, e criou Mãe Tuomas, fazendo com que Cabuloso desenvolvesse um ódio mortal por Mãe Tuomas. Isso e a inveja, querendo saber porque a maquiagem da Avon de Tuomas era melhor que a dele. Cabuloso, então, juntou terra, ervette, cachaça de Salinas, e com um peido divino criou Anette, a filha do cão. *musica de suspense*
Mandou Anette trazer a Tarja pro lado Negro da força, e essa adentrou no paraíso, o Jardim de Kitee, onde vivia Mãe Tuomas, Tarja, bambis, esquilinhos fofos e outras coisas do tipo. Ela ofereceu da Calabresa do poder pra Tarja, prometendo a ela que se ela provasse daquela linguiça, ela nunca mais iria desafinar.
E Tarja caiu em tentação!
*Usurpadora Theme*
Tarja desceu para o inferno (leia-se Argentina), e quando mãe Tuomas foi caçar a Taape...
Sumiu.
Tuomas ficou tão desolado que colocou a primeira criatura com o cabelo estranho que viu no Jardim de Kitee, que foi a Anette.
E aí a vida continua.
Tuomas descobriu que Tarja estava do lado de Cabuloso, e prometeu vingança.
Nós vivemos nessa guerra, até o fim do tempos, onde Cher, Deusa Suprema, vai voltar e julgar tudo e todos e vai reconstruir o mundo com mãe Tuomas".
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Aproveitando, gostaria de dizer aos meus amigos da comunidade do Nightwish (Tia Gi, Renan, Krica, Leo, Jaque, Matti, Paula, Pedro, e todos os outros que eu não escrevi o nome, SINTO MUITO, mas são 22:00 e eu estou com sono) que eu AMO vocês! São mais do que amigos. Uma família, isso sim. Eu não vivo mais sem vocês. GANGUETTE RULEZ.♥
Hum... Se você não ouve Nightwish, muito improvavelmente entenderá. Qualquer coisa, pesquise no Google.
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Teoria criacionista Tuomesca:
"No início, quando tudo era trevas, Deusa Cher criou o mundo. Mesmo com tanta beleza, ainda sentia-se solitária. Precisava de amigos e de alguém para povoar o mundo. Então, assim sendo, criou Mãe Tuomas - a parideira. Mãe Tumoas se reproduz por brotamento, sendo assexuado, e assim, se suas partes nasceram outros deuses, como Tarja, Liv, Elvis, Michael, Madonna, GaGa. Mas o destino pregou-lhe uma peça, e eis que Mãe Tuomas se apaixonou por Tarja, que era um brotinho vindo de um lugar especial. Mas então Cabuloso, aquele que reinava as sombras, afastou-a de Mãe Tuomas, que estava disposto a fazer de Tarja sua 'marida', mandando Baguette entregar a calabresa envenenada no Jardim de Kitee. Cabuloso queria Tarja pra ele, uma vez que foi um feito de Cher e o palhaço Krusty. Cher renegou Cabuloso quando viu que era feio demais, e criou Mãe Tuomas, fazendo com que Cabuloso desenvolvesse um ódio mortal por Mãe Tuomas. Isso e a inveja, querendo saber porque a maquiagem da Avon de Tuomas era melhor que a dele. Cabuloso, então, juntou terra, ervette, cachaça de Salinas, e com um peido divino criou Anette, a filha do cão. *musica de suspense*
Mandou Anette trazer a Tarja pro lado Negro da força, e essa adentrou no paraíso, o Jardim de Kitee, onde vivia Mãe Tuomas, Tarja, bambis, esquilinhos fofos e outras coisas do tipo. Ela ofereceu da Calabresa do poder pra Tarja, prometendo a ela que se ela provasse daquela linguiça, ela nunca mais iria desafinar.
E Tarja caiu em tentação!
*Usurpadora Theme*
Tarja desceu para o inferno (leia-se Argentina), e quando mãe Tuomas foi caçar a Taape...
Sumiu.
Tuomas ficou tão desolado que colocou a primeira criatura com o cabelo estranho que viu no Jardim de Kitee, que foi a Anette.
E aí a vida continua.
Tuomas descobriu que Tarja estava do lado de Cabuloso, e prometeu vingança.
Nós vivemos nessa guerra, até o fim do tempos, onde Cher, Deusa Suprema, vai voltar e julgar tudo e todos e vai reconstruir o mundo com mãe Tuomas".
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Aproveitando, gostaria de dizer aos meus amigos da comunidade do Nightwish (Tia Gi, Renan, Krica, Leo, Jaque, Matti, Paula, Pedro, e todos os outros que eu não escrevi o nome, SINTO MUITO, mas são 22:00 e eu estou com sono) que eu AMO vocês! São mais do que amigos. Uma família, isso sim. Eu não vivo mais sem vocês. GANGUETTE RULEZ.♥
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